Nas principais avenidas da cidade já transitavam algumas carroças. Umas de frete, outras de passeio, e até como transportadoras de caixão, seguidas do cortejo fúnebre. Havia ainda a carroça do Seu Nico (Antônio Corcínio dos Santos), que fazia fretes, sempre acompanhado de sua inseparável esposa Dona Lala, em meados de 1952. Os meios de transporte mais comuns eram as carroças e os cavalos. As carroças, aliás, sempre acabavam protagonizando muitos sustos, uma vez que disparavam ruas abaixo, chegando muitas vezes a tombar. As rodas da carroça eram cobertas com borracha de caminhão, adquiridas nas borracharias ou ferrarias que cortavam e vendiam conforme a necessidade do carroceiro.

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