Klaus Fischer transformou-se praticamente em um personagem ao longo dos anos. O cachimbo só virou hábito aos 34 anos, quando foi presenteado por um hóspede com um exemplar feito de raiz de rosa. O cachimbo, o chapéu e o cavanhaque ajudaram a construir, junto à íntima relação com o mar, o imaginário de Klaus como um capitão. Na foto, Adolfo Fischer tomando mate com seu filho Klaus Fischer, década de 1950.

Fonte texto e imagem: Hotel Fischer: Fotografias e Memória

Coordenação geral: Sergio Antonio Ulber
Edição: Núcleo Catarinense de Fotografia – NCF nucleocf.tumblr.com
Análise Histórica: Murilo Maluche Schaefer
Análise Patrimônio Arquitetônico e Urbanístico: Gabriel Gallarza
Análise Moda e Estilo de Vida: Caroline Santos
Análise Iconográfica: Sergio Antonio Ulber
Textos e revisão: Vinicius Batista de Oliveira
Projeto gráfico e diagramação: Felipe Gallarza
Curadoria fotográfica: Felipe Gallarza e Sergio Antonio Ulber
Digitalização: Vitor Ebel
Tratamento: Felipe Gallarza e Sergio Antonio Ulber

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