A Constituição da República Federativa do Brasil estabelece que o Poder Público, com a colaboração da comunidade, deve promover e proteger o “patrimônio cultural brasileiro”.
A própria Constituição define patrimônio cultural em seu Art. 216: ”Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem: as formas de expressão; os modos de criar, fazer e viver; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados à manifestações artístico-culturais; os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.”
Ao Município cabe, então, a proteção do patrimônio histórico-cultural local, ou seja, dos bens que possuem representatividade para a memória da cidade e de sua sociedade.
O Município de Balneário Camboriú possui dois bens tombados como patrimônio histórico, cultural e arquitetônico: a Igreja Evangélica de Confi ssão Luterana no Brasil, localizada na Rua 2.300, no Centro da cidade, e a Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso, localizada no Bairro da Barra.
Infelizmente, temos hoje um elefante branco interferindo no visual da Igrejinha da Barra.
As lembranças, as imagens, as pessoas e os lugares ajudam a contar nossa história. São experiências vividas, pessoas conhecidas e lugares frequentados que ficam registrados em nossa memória. Histórias e momentos que não podem ser esquecidos pelo tempo. Faça parte do resgate histórico cultural de Balneário Camboriú.
Se você tem fotografias, documentos ou outros registros que possam contribuir com a história do município, entre em contato pelo (47) 8464-5234 (Whatsapp) – com Gisele.
Fonte: Arquivo Histórico de Balneário Camboriú

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